O livro foi publicado em 6 de Setembro de 1954, pelo autor Clive Staples Lewis (C. S. Lewis).
Neste livro, da saga "As Crônicas de Nárnia", os reis e rainhas Lúcia, Susana, Predro e Edmundo já estão maiores e já lideram seu reinado.
A história se baseia em Shasta, um garoto de 13 anos que tem o sonho de ir para Nárnia, já que é o único filho de um pescador, que como se não bastasse, ainda o agride.
Shasta então, em uma noite, ouvindo uma conversa do pescador, descobre que ele não é seu pai verdadeiro e que pretende vendê-lo a um dos tarcãas, (nobres do país).
Shasta resolve fugir e é então que conhece Bri, um cavalo de Nárnia, portanto, já sabemos que ele fala e que toma suas próprias decisões. Os dois fogem juntos para Nárnia e para o Norte e em seu caminho, se deparam com Aravis, uma princesa Tarcãa e sua égua de Nárnia Huin, que também estão fugindo para Nárnia.
A partir daí, traçam juntos o caminho e para chegarem ao seu destino precisam passar pela capital da Calormânia, Tashbaan, e lá acabam encontrando a rainha Susana e o rei Edmundo, além de se meterem em várias confusões.
Todos os caminhos trilhados pela trupe, têm uma característica em comum: um leão. Ele sempre acaba os encontrando e mudando suas escolhas durante a viagem. Mais tarde (o que já era de se esperar), descobrem que o leão é e sempre foi Aslam. Aslam quem estava na mata quando Bri e Shasta fugiram, fazendo com que encontrassem Huin e Aravis, era Aslam quem consolou Shasta quando ele estava sozinho no deserto, Aslam quem estava com eles e era o Leão o tempo todo.
É impossível não perceber uma ligação direta com a religiosidade nos textos de C. S. Lewis, tanto em "O cavalo e seu Menino", quanto em todos os outros títulos relacionados às Crônicas de Nárnia.
A história ainda nos mostra o quanto nos enganamos com as pessoas e com o potencial que elas têm. C. S Lewis, nos leva, através de seu belo texto, a refletir sobre o que as pessoas podem se tornar quando são submetidas à situações de medo e situações onde é necessário ter coragem. O livro, de uma maneira carinhosa, nos faz acreditar que aquele que menos parece ter, pode ser dono do muito e aquele que julga ter mais e saber mais, pode ser um covarde preso em sua ignorância e arrogância.
O livro me deixou com gostinho de quero mais e cá entre nós, entre tantos títulos, para mim ele é singular, é minha saga preferida. Vale a pena ler e agora que venham os outro cinco que faltam para a minha aventura chegar ao fim.

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